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O Infante Portugal e as Sombras Mutantes
Colocado às 09:51, 09/07/2012
Autor: Isabel Aboim / Filipe Abranches / Renato Abreu / Teotónio Agostinho / João Amaral / Cação Biscaia / Ana Biscaia / Richard Câmara / João David / Luís Diferr / Fernando Filipe / Sara Franco / José Garcês / Daniel Henriques / Catherine Labey / Daniel Maia / Zé Manel / J. Mascarenhas / Pedro Massano / José de Matos-Cruz / Baptista Mendes / Fernando Vilhena de Mendonça / Victor Mesquita / Susa Monteiro / Nuno Pereira / Susana Resende / André Ruivo / José Ruy / Eugénio Silva / Augusto Trigo / Maria João Worm / Carlos «Zíngaro»
ISBN: 978-989-618-368-4
Edição: 164 páginas
A trilogia de O Infante Portugal termina neste volume. Mas os seus vilões e heróis voltarão em breve.
 
Estado: disponível
Preço: 12,00 € (6% de IVA incluído)

A rotina sibilina de Lisboa é, imprevistamente, perturbada pela súbita ausência de Nero Faial, o impecável Curador da Fundação de Artes Narcisistas. Movem-se, então, ambições e frustrações – a par com bizarras aparências e intrusões, cuja evocação ou revelação abala a vivência e a memória de gente influente ou dos heróis urbanos. Um primordial Infante Portugal estranha, sobretudo, o inquietante apagamento de Vulcão – o seu mais implacável adversário, e paradoxal líder do submundo. E, como Rui Ruivo, perspectiva – no virtual ponto de intercepção entre aquela figura pública e este mestre marginal – uma subversão alegórica da realidade social e legal, que irá pôr em risco o próprio equilíbrio na vigência do tempo sobre a natureza das pessoas. Ciclos, mutações. Segredos a descoberto, espíritos desprotegidos. Assim, sobrevém a decadência, crispam-se os desígnios – que, desafiando a dimensão mítica e prosaica, avassalarão o conflito entre luzes e trevas, numa vertigem onírica, irreversível. Suscitando turbulências, subjugando expectativas. Evoluindo a volúpia de outros prodígios e inquietudes… Tormento, expiação. Sombras volúveis que se adensam sobre a hibridez diurna, espectros suspensos à deriva na fugaz cintilação do caos. A meio de um labirinto sem princípio nem destino. E o mistério da evidência ou da renúncia num coraçãojusticeiro. Entretanto, em tal crepúsculo aventuresco e imaginário, emerge o fulgor épico de Aurora Boreal – um misto fabuloso de candura e acinte, de arrebato e paroxismo, ao vibrar o elã cósmico com a matriz humana.

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